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Mais de 300 animais abandonados em Camaquã aguardam na ARCA por um novo lar

Voluntárias da Associação Protetora aos Animais de Rua Camaquã (ARCA) destacam importância da castração para o controle populacional


Por Redação Clic Camaquã Publicado 28/10/2021
Ouvir: 03:06

Se você mora em Camaquã, com certeza conhece algum “cão comunitário” ou já presenciou alguma situação de abandono de animais domésticos na cidade ou no interior. A cultura de abandonar cadelas e suas crias em pontos de pouco movimento é uma das principais situações que a Associação Protetora aos Animais de Rua Camaquã (ARCA) tenta combater.

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Para falar sobre o assunto, o programa Bom Dia Camaquã, da ClicRádio, recebeu Ivana de Paula e Carla Garcia, voluntárias da ARCA, principal organização que luta pela causa animal na região.

Dentre os principais destaques, as voluntárias falaram sobre a atual situação da ARCA e sobre a importância da castração para o controle populacional dos animais de rua.

De acordo com diversos estudos, a castração se apresenta como uma alternativa eficaz no controle populacional de cães e gatos, pois colabora com a redução da natalidade sem agredir os direitos e o bem estar animal.

A curto prazo a esterilização reprodutiva é uma das ações mais efetivas e utilizadas em cães e gatos afim de controlar o crescente número desses animais e as consequências desse aumento no impacto à saúde pública.

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Atualmente, cerca de 300 animais abandonados em Camaquã foram acolhidos pela ARCA e aguardam por um novo lar, uma nova família.

Assista a entrevista completa e saiba mais:

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Emocionada, a voluntária Carla pediu a compreensão e a sensibilização da população:

“Vocês não sabem o que é o amor dos animais. É muito importante. Vocês não sabem o que estão perdendo! Espero que as pessoas se compadeçam destes animais”

Políticas públicas locais de controle populacional desses animais levam em consideração principalmente da proteção do seu bem-estar e da disseminação de doenças transmitidas entre esses animais (cinomose, parvovirose, etc.) ou comuns a eles e aos seres humanos (raiva, leishmaniose, leptospirose, etc.).

Além de esforços do poder público, organizações não governamentais (ONGs) tem papel importante no controle populacional desses animais com trabalhos de recolhimento, esterilização e destino (adoção) dos mesmos. 

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É o caso da ARCA, que através de emendas recebidas por vereadores e deputados, disponibiliza castrações de forma gratuita, sempre que possível, para população de baixa renda, que não tenham condições de arcar com os custos da cirurgia.

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