“Quo vadis”
Conta a tradição cristã, consubstanciada no Novo Testamento que São Pedro, o principal discípulo de Jesus, como os demais apóstolos, após o Mestre ter retornado ao Reino de Deus, saiu a pregar as idéias que formaram o Cristianismo pelo Mundo de então. Limitado à Ásia, Europa e África.
O terceiro um continente ainda desconhecido nas demais regiões que não no seu norte. Este abrangendo Egito, o grande deserto de Saara, Abissínia, Etiópia, Oriente Médio, que se dividia com a Ásia em Constantinopla, onde se sediava o Império Romano do leste e a Europa ainda bárbara. À exceção do Império Romano do ocidente na hoje Itália.
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Pedro, também chamado Simão seria, em tese, o principal substituto de Jesus, no tocante às idéias. Diz-se – em tese – face que investigações jornalísticas históricas atuais apontam outro caminho: Maria Madalena, virtual esposa de Jesus, com quem casara nas bodas de Canaã, seria a sua preferida. Pedro o segundo na ordem, então. Tal fato, inclusive a tentativa de apagar uma mulher na vida de Jesus se atribui, em parte, à permissão do Imperador Constantino no Concílio de Nicéia (325 DC), que os Evangelhos aceitos seriam os escritos por Mateus, Marcos, Lucas e João.
Os demais seriam afastados. E foram escondidos pela Igreja Católica ao longo dos tempos. Todavia, as descobertas atuais de escritos atribuídos à Maria Madalena, Judas e ao próprio Pedro, que começaram com papiros encontrados em Qumran, no Mar Morto em 1947 e os encontrados no Alto Egito, em dezembro de 1945, trouxeram nova visão sobre o que havia sido acordado a partir de Nicéia.
A biblioteca secreta do Vaticano possui muitos escritos mantidos secretos. A divulgação imporia uma revisão nos conceitos cristãos, abalando as igrejas cristãs. Incluindo a Católica Romana e a Ortodoxa. Seria o terror de bispos, padres e pastores por aí afora. Com respingos no Islamismo e até no Judaísmo, embora neste mais em nível de Velho Testamento.
Mas, voltando à missão pregadora e divulgadora de Pedro, no primeiro século o grande escritor e vencedor do Premio Nobel de Literatura em 1905, polonês Henryk Sienkiewicz, escreveu uma obra monumental. Com o título acima. Contando a história dos cristãos dentro de Roma, na metade do Século I. Depois de fazer contato com grupos que se reuniam secretamente para fugir à perseguição de Nero e temendo ser preso pelo cerco cada vez maior da Guarda Pretoriana, Pedro teria deixado Roma para retornar à Palestina. No caminho viu um arbusto ardente na beira da estrada. Depois de perceber que se tratava de um rosto resplandecente, atinou-se e perguntou: “Quo vadis, Domus?” E Jesus teria lhe respondido: “vou à Roma para ser crucificado novamente”. Pedro entendeu a mensagem e retornou; sendo preso e executado em conseqüência da perseguição cristã. Que somente terminou no governo de Constantino.