Os canalhas da república
Meu Partido no Rio Grande do Sul, sempre esteve afastado das artimanhas e escusos meandros junto ao poder patrocinado pelo PMDB do resto do País. Patrocinado por Sarney, Calheiros, Barbalho e até, porquanto era Presidente da sigla e Vice Presidente na espúria composição com o PT nacional, Michel Temer.
Implodiu com o desgoverno de Dilma, resquício de um PT cujos líderes maiores, Lula, José Dirceu, Genoino, Paloci, João Paulo e o trio de Tesoureiros presos, criaram a maior rede de corrupção na área pública de todo o Planeta. De causar inveja à quadrilha chinesa chefiada pela mulher de Mao Tse Tung, a Reza Pahlevi do Iran, Enver Hoxá da Albânia, Leonid Brejnev da Rússia, Idi Amim Dadá, da Uganda e Muammar Kadaffi da Líbia. Aliás, esses se soubessem esperariam as idéias de Lula e sua “troupe” para aprenderem melhor saquear bens públicos.
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O que mais impressiona na “canalhice” de muitos, influentes e admirados, políticos brasileiros do alto escalão: Senadores, Deputados Federais, Ministros e outros que já deixaram os cargos é o caradurismo. Quem vê agora no Congresso a Senadora do PT do Paraná, Gleice Hoffmann, com processos em tramitação por corrupção passiva, como seu marido, e o Governador de Minas, Paulo Pimentel, também do PT é que agora querem o “impeachment” de Temer, mas antes defendiam Dilma.
Diziam que ela não era corrupta. Que Lula era perseguido por sua liderança. Que o “impeachment” não poderia passar; que era golpe. Agora querem como Gleice semana passada no Senado, que haja um novo ato da espécie. Agora não é golpe; aquele era. Em verdade nenhum é ou foi. Nem foi contra Dilma, e nem o será contra Temer acaso ocorra. Do último porquanto o Presidente deixou um flanco que não poderia com sua cultura jurídica reconhecida. Ao contrário da “grossura” da gerentona. Receber um empresário que se observa “mafioso” tarde da noite em sua residência foi, no mínimo, leviano. A despeito de seu notório conhecimento das leis, Temer parece não ter aprendido a lição de Júlio César.
Mas o pior, em toda essa história é Renan Calheiros. Aventureiro desde a época de Collor de Melo, do qual era defensor, vem se agarrando no Poder com tentáculos inimagináveis. Denunciado por corrupção renunciou a um mandato de Senador. Depois voltou e foi novamente eleito pelo povo de Alagoas. Era grudado em Lula e Dilma. Inicialmente contra o impedimento dela, passou a ser favorável. Conduziu o processo no Senado. Aderiu a Temer. Agora se manifesta, nas redes sociais pela renúncia do Presidente. Mas ele, corrupto, processado, cara de pau reconhecido, aproveitador do erário até para viajar em avião oficial para implante capilar, pede a renúncia do outro. Mas não renuncia. Pois se espera que tenha a sensatez, porquanto decência ele nunca teve, que junto ele peça sua renúncia.