Enquanto o tempo passa
Este é um ano eleitoral. Normal em sistemas democráticos. Nos quais, periodicamente existem eleições para se substituír os governantes. Dos Poderes Executivo e Legislativo. Em nosso caso existem a cada dois anos; ora para Presidente da República, Governadores e Parlamentares; ora para os Prefeitos e Vereadores.
Neste ano serão substituídos o Presidente e Vice, os Governadores, Senadores em um terço; Deputados Federais e Estaduais. A rotatividade, nos regimes democráticos é salutar. Neste é bom se ver livre do Presidente, que o povo escolha outro, mais competente e sério, de muitos Senadores, entre os quais aqueles que são lá do Nordeste. E Deputados que assolam a Câmara Federal de todas as partes do País. Infelizmente até de nosso sério Rio Grande do Sul, onde ainda pairam alguns “germanos” envolvidos em práticas suspeitas. E no caso da Assembléia, um do vizinho Município que está com os bens bloqueados por irregularidades na Prefeitura.
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No mais, não vejo problemas em serem reeleitos os políticos sérios. Eu mesmo reafirmo meu voto, caso concorra, para o Governador Ivo Sartori, que vem tentando limpar a imundície deixada por Tarso Genro e sua “troupe”, que resultou na pior situação econômica farroupilha. Repetirei o voto para Deputado Federal e Deputado Estadual. Estou estudando o Senador, posto que depois de Simon, está difícil uma boa escolha.
Bem, mas antes das eleições ainda passaremos por nova Copa do Mundo. Depois daquela desastrosa ocorrida no Brasil, quando a patota de LULA e Dilma construiu estádios, não acabou outras obras, e deixou, somados ao ex Governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, um rastro de corrupção nunca visto. Isso tudo fora os 7 x 1 contra a Alemanha.
Bem mas o ano começou com um “carnaval” ainda no início de fevereiro. Aí parou o Brasil. Reiniciado agora, começaram as aulas e logo adiante, provavelmente a Copa do Mundo, embora sediada em outro Continente, vai fazer nova paralisação das atividades. Em maio e junho.
A partir de julho começa a campanha eleitoral. Embora o povo esteja insatisfeito com a classe política, sempre haverá intervenção no trabalho da nação. Ora por licenças para candidaturas. Ora por debates eleitorais. Ora pelo trabalho dos “cabos eleitorais” e dos programas políticos gratuitos tirando nossa atenção.
Enfim, é uma roda viva. Assim se processa a democracia. Assim caminha, de forma lenta, o nosso País. Apesar da população cansada e ansiosa pela melhoria dos serviços públicos e dos direitos primordiais, a esperança sempre será a última a morrer. Enquanto isso, o tempo passa.