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De Juiz de Fora a Davos


Por Redação Clic Camaquã Publicado 28/01/2019
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O Presidente Jair Bolsonaro abriu a reunião deste ano do Foro Econômico Mundial que se realiza em DAVOS, na Suíça. O Foro Econômico Mundial, fundado em 1971 se trata de organização mundial sem fins lucrativos, com sede em Genebra e que se ocupa em reunir os maiores e mais importantes empresários e líderes políticos para discutir assuntos de interesse de todo o Planeta.

O atual Presidente do Brasil falou pouco. Apenas 08 minutos. Após respondeu questões propostas pelo fundador e presidente da organização, professor suíço Klaus Schwab.

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Evidente que Bolsonaro recebeu críticas da esquerda esquizofrênica petista. Também de alguns economistas não políticos. Mas, em verdade, o discurso foi objetivo; simples; direto. Sem demagogia como fazia aos borbotões o semi-alfabetizado Lula. Ou a despreparada Dilma, quando lá estiveram. Em verdade os dois últimos com a pretensão que sempre enche de vaidades os esquerdistas do mundo a fora. Mas, também, há de se reconhecer sem a cultura sociológica do ex Presidente Fernando Henrique.

Ao longo de sua quase cinqüentenária existência o Foro tomou projeção muito maior nos últimos anos. Decorrência do fim das guerras na península do Mekong; do término da guerra fria; do fracasso do socialismo soviético que culminou com a queda do Muro de Berlim no final de 1989; e, para não deixar de lado, da rivalidade comercial e científica entre EEUU, Rússia e China. Porquanto o Japão mais se preocupa com a economia interna do que a internacional. E o Canadá está em patamar mais elevado.

Quando candidato ao cargo, no ano passado, o Presidente Jair Bolsonaro não pensava, provavelmente, em discursar em Davos. Mais cuidava de, pelas redes sociais, em divulgar suas idéias que combatiam diretamente a ideologia que tinha arruinado o País durante quatorze anos e deixado um governo transitório fraco e desarticulado.

Ao ver crescer sua candidatura durante a campanha, o Presidente eleito começou a infiltrar-se pelas ruas, cidades, comícios o que lhe custou, em Juiz de Fora, Minas Gerais uma tentativa de assassinato, afastando-o da disputa direta com os outros candidatos, quase até o final da eleição. Hospitalizado nem sequer podia, naquela altura, imaginar-se orador no Foro Econômico Mundial.

Desta maneira Jair Bolsonaro, com vinte dias de Governo, teve uma missão lhe imposta pela vitória e, desculpem a rima, pela história. Levar o Brasil para apresentar em Davos, não com a eloqüência e cultura de FHC. Nem a fanfarrice de Lula, ou a simploriedade de Dilma. Mas com a singeleza de fazer o Brasil participar da economia mundial.

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